Como calculamos a harmonia

A pontuação de harmonia (0–100) estima o quão bem um nome soa junto de um sobrenome. Ela combina três sinais. Veja como cada um funciona.

Tamanho e contraste

Sobrenomes curtos (menos de 5 letras, como “Cruz”) combinam melhor com nomes mais longos; sobrenomes longos pedem nomes mais curtos. Recompensamos o contraste e penalizamos as combinações “curto + curto” e “longo + longo”.

Cacofonia

Quando o fim do nome colide com o início do sobrenome (mesma letra, como em “Lucas Silva”, dois sons sibilantes, vogal repetida na junção ou rima entre os dois), o conjunto se arrasta. Esses encontros reduzem a pontuação.

Cadência e sílabas

Nomes com 3 a 4 sílabas costumam soar equilibrados; nomes muito curtos ou muito longos (6+ sílabas) perdem pontos. O cálculo roda no seu navegador, instantaneamente, sem enviar o sobrenome para nenhum servidor.

De onde vem a etimologia

A etimologia dos nomes vem de obras de referência, citadas na própria página, com link. A regra não tem exceção: nada entra sem fonte. O nome que alguém vai dar a um filho não se deduz por analogia nem se completa com o que soa plausível.

Onde a pesquisa ainda não foi feita, a página mostra o significado, a origem e a raridade do catálogo, e nada além disso. A seção de origem simplesmente não aparece. Preferimos a falta visível à invenção invisível.

Quando foi conferido

Todo perfil pesquisado traz a data em que as fontes foram conferidas pela última vez. A data não é de quando o texto foi escrito: é de quando ele foi checado.

Os guias trazem data de publicação e de atualização. Quando o conteúdo muda, a data de atualização muda junto — e só então. Não mexemos na data para simular novidade.

Erros e correções

Erro publicado é corrigido, e a correção fica registrada. Em setembro de 2026, o catálogo classificava Sora como nome feminino e Akira como masculino. A obra de referência registra os dois como unissex, e os dois foram corrigidos.

Vale contar como o erro apareceu: só quando a página passou a responder “é nome de menino ou de menina?” de forma explícita. Enquanto o dado era apenas um selo ao lado do nome, ninguém o conferia. Responder perguntas obriga a ter razão — e é por isso que respondemos.

O que a inteligência artificial faz aqui, e o que não faz

A IA amplia as sugestões do gerador quando o catálogo não basta. É só isso. Ela não calcula a harmonia, não escreve os guias e não inventa significados.

A pontuação de harmonia é determinística e roda no seu navegador. Os guias e os perfis de nome são escritos e revisados por pessoa, com fonte citada. Texto gerado em massa, sem valor próprio, é o que os buscadores chamam de abuso de conteúdo em escala — e não é o que fazemos aqui.